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Bitcoin e inflação: uma relação complexa

O Bitcoin nasceu para mudar o sistema monetário global e é um buraco negro que pretende sugar toda a liquidez das impressoras de Bancos Centrais ao longo das próximas décadas!

1 de fevereiro de 2024
Publicado em:
01/02/2024
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O Bitcoin nasceu para mudar o sistema monetário global e é um buraco negro que pretende sugar toda a liquidez das impressoras de Bancos Centrais ao longo das próximas décadas.

Nesse post, vamos abordar diversos aspectos que mostram por que essa mudança precisa acontecer, e como todos nós somos prejudicados pelo sistema fiat atual.

Mas, para começar, o que é inflação?

A inflação caracteriza-se, primeiramente, pelo aumento da base monetária dos países, inflada pelos seus próprios Bancos Centrais, o que acarreta na perda de poder de compra da moeda ao longo do tempo. Como consequência, há um aumento geral e contínuo dos preços, influenciado diretamente pela quantidade de dinheiro que está circulando. 

Isso causa o tal do “Imposto Inflacionário”, onde o poder de compra daqueles que imprimem o dinheiro ainda não foi diluído, e conforme este capital é transacionado pela sociedade, os últimos recebedores têm parte do seu poder de compra diluído - ou melhor, roubado.

Expansão da base monetária (M2) nos Estados Unidos
Perda do poder de compra do dólar ao longo dos anos, com 96% de desvalorização

Bitcoin como hedge de inflação 

O Bitcoin é uma moeda descentralizada que funciona como uma reserva de valor digital - um Ouro 2.0. Por esse motivo, vários investidores consideram o Bitcoin como um hedge contra a inflação, ou seja, uma forma de proteger o seu poder de compra frente à perda de valor das moedas fiduciárias. Mas por que o Bitcoin tem esse potencial?

Uma das principais características do Bitcoin é a sua escassez. Ao contrário do que acontece com as notas, o protocolo do Bitcoin determina que haverá um limite máximo de 21 milhões de unidades em circulação, o que torna a oferta da moeda previsível e imune à manipulação de governos e bancos centrais.

Sua escassez também é mantida pelo halving, que acontece a cada 4 anos. Durante esse período, a recompensa pela mineração de um bloco de transações é reduzida pela metade, o que torna a oferta de Bitcoin cada vez mais escassa. Isso faz com que o Bitcoin tenha uma tendência deflacionária, ou seja, de aumento do seu poder de compra ao longo do tempo.

E em tempos onde a maior parte dos países possui inflações reais muito maiores do que as reportadas pelos Bancos Centrais e os juros reais da economia se tornam negativos, não há nada que consiga superar o aumento da base monetária dos países (o M2) além do Bitcoin.

Outra característica do Bitcoin é a sua segurança. O Bitcoin utiliza a blockchain (ou timechain), que é um registro público e imutável de todas as transações realizadas na rede. A blockchain é mantida por uma rede de computadores chamados de nós, que validam e armazenam as informações. Para alterar ou falsificar um bloco da blockchain, seria necessário controlar mais da metade da capacidade computacional da rede, o que é praticamente inviável. Assim, o Bitcoin garante a integridade e a confiabilidade das transações, sem depender de intermediários ou autoridades centrais.

Comportamento do Bitcoin na inflação

O Bitcoin, por ser um ativo escasso, descentralizado e global, atrai cada vez mais investidores que buscam essa proteção. Isso aumenta a demanda pelo Bitcoin e, consequentemente, o seu preço. Mas, mesmo com esses acontecimentos, graças ao halving, sempre permanecerá escasso, garantindo, assim, sua imunidade.

No entanto, o Bitcoin também tem outras consequências na inflação. Por ser uma moeda digital, ele facilita as transações internacionais e reduz os custos e as barreiras para o comércio global. Isso pode estimular o crescimento econômico e a produtividade, o que pode reduzir a pressão inflacionária. Além disso, o Bitcoin pode incentivar a inovação e a competição no setor financeiro, oferecendo serviços mais eficientes e acessíveis para os consumidores. Isso pode aumentar o bem-estar social e a inclusão financeira, o que também pode ter um impacto positivo na economia.

Por mais louco que isso seja, o Bitcoin é um ativo que se beneficia da inflação, mas também pode contribuir para mitigá-la. Ele representa uma nova forma de dinheiro e de valor, que desafia os paradigmas tradicionais e abre novas possibilidades para o futuro.

O Bitcoin nasceu para consertar o que começou em 1971

Você sabia que o nosso dinheiro perdeu completamente o lastro há mais de 50 anos? Em 1971 foi decretado o fim da paridade entre o dólar e o ouro, o que criou um pesadelo inflacionário para o mundo inteiro - menos para quem estava à frente dos governos.

Não é à toa que a dívida pública global começou a crescer exponencialmente a partir daí até o momento atual, onde vemos uma economia generalizadamente improdutiva e dilatada. E foi através de uma dessas crises do sistema fiat que surgiu o Bitcoin, em 2008.

Se você olha para os seus pais, seus avós, que provavelmente nem fizeram faculdade, e tem a impressão de que eles acumularam tanto quanto ou até mais patrimônio que as pessoas da sua idade, você não está enganado. A inflação tem efeitos muitas vezes sutis a curto prazo, mas destrói gerações inteiras em poucas décadas.

Isso é visto não só empiricamente, mas também através de dados: 

Disparidade entre a produtividade da população e a compensação salarial.
Índice de preços ao consumidor ao longo das décadas.

O Bitcoin é a única solução viável para lidar contra a inflação dos Bancos Centrais

Aperte os cintos, porque os próximos anos serão extremamente intensos. De um lado, o dinheiro mais fraco que já existiu, sendo imprimido aos montes e causando prejuízos a todos nós, e utilizado pela força da violência. De outro, o dinheiro mais sólido e mais escasso que já foi criado, atuando de forma pacífica mas intensa, enriquecendo muitos indivíduos, mas também protegendo pessoas vulneráveis.

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