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Bitcoin será o Império Monetário do Século XXI

Estamos vivendo na época das moedas mais fracas da história, enquanto surge o dinheiro mais sólido que já foi criado: o Bitcoin.

22 de março de 2024
Publicado em:
22/03/2024
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Estamos vivendo na época das moedas mais fracas da história, enquanto surge o dinheiro mais sólido que já foi criado: o Bitcoin.

Mas quais são as implicações disso, e como o Bitcoin está no início do seu longo reinado como o padrão monetário do século XXI?

Fica comigo nesse artigo, porque vamos descobrir mais sobre o assunto nas próximas linhas.

Contexto histórico

Ao longo de toda a história da humanidade grandes impérios surgiram e caíram. De Roma, que inflacionou as suas moedas até a queda do Império, aos Estados Unidos, que colocaram o mundo em uma posição de endividamento extremo nas últimas décadas e está em declínio.

Durante os últimos séculos a história humana foi conturbada, com diversos países assumindo a posição hegemônica mundial como também dominando a oferta da moeda de reserva de valor global.

Entretanto, a partir do século XX, com o surgimento do Federal Reserve e o fim da paridade do dólar com o ouro em 1971, nós começamos a viver um experimento monetário nunca visto antes na história: o das moedas fiduciárias.

As moedas fiduciárias basicamente são emitidas a bel prazer dos governos, intensificando o efeito Cantillon, e são baseadas na confiança dos políticos. Olha que ideia maravilhosa, não é mesmo?

O dinheiro que nós temos hoje não exige nenhum tipo de “Prova de Trabalho” para existir, ele simplesmente é criado a partir do nada, deteriorando o sistema financeiro global e incentivando conflitos armados que são financiados por dívida sobre dívida.

E quando a nação mais poderosa do planeta se torna um grande jogo de banco imobiliário com dinheiro de mentirinha, as coisas começam a ficar bem esquisitas.

É só ver o endividamento americano, que do nada acrescenta mais 1 trilhão em dívidas dentro poucos meses.

Olhando para todo esse cenário que já estava caótico lá na crise de 2008 surge um pseudônimo chamado Satoshi Nakamoto, que cria o bitcoin, e o resto é história.

Tudo contra o Bitcoin tende a zero

A matemática é simples: se a economia mundial está se despedaçando com inflação e dívidas, enquanto nós temos o ativo mais escasso já criado, tudo a longo prazo tende a se encaixar dentro do market cap de 21 milhões de unidades do Bitcoin.

Extrapolando esse pensamento, a tendência é que a humanidade evolua e produza cada vez mais riqueza. Isso quer dizer que um mundo hiperbitcoinizado será deflacionário, como hoje acontece com a tecnologia, que evolue ano após ano com preços mais baixos.

Mas o que isso tem a ver com o Bitcoin se tornar o novo padrão monetário mundial?

Se você entendeu o contexto do dólar de mentira e do poder da escassez do bitcoin, já sacou aonde vou chegar.

Conforme o Bitcoin é adotado, ele se torna um grande e massivo buraco negro que suga toda a liquidez do planeta, gerada através da impressão desenfreada de dólares e outras moedas fiduciárias.

Então a longo prazo não é o Bitcoin que se valoriza, mas as nossas moedas que perdem o seu valor.

Isso coloca toda a dominância política e militar que mantém o dólar de pé em xeque, incentivando com que outros países adotem o bitcoin como uma vantagem monetária sobre o resto do mundo.

O grande ponto de virada acontece quando vários países no mundo começam a acumular Bitcoin nas suas reservas, intensificando o processo inflacionário. Há quem diga que os países começarão a imprimir moeda de forma desenfreada para comprarem mais Bitcoin, levando ao colapso da moeda fiduciária em pouquíssimo tempo.

Agora nos resta refletir não “e se”, mas quando!

Estamos prestes a entrar em um ciclo completamente diferente no Bitcoin, que conta com pessoas, empresas e governos trabalhando em prol da difusão do Bitcoin como a grande reserva de valor global. Somado a isso, é esperado que 1 bilhão de pessoas estejam usando criptomoedas em 2025.

O fim do dólar estaria próximo? Talvez não nesse ciclo, mas dentro das próximas décadas estará.

Em que fase do Império Bitcoin nós já estamos?

Esse gráfico, idealizado por Ray Dalio, explica para onde o mundo fiat caminha, e o quão cedo ainda estamos no Bitcoin.

O Bitcoin, mesmo com diversos atributos de estágios mais avançados da ascensão de um Império, ainda é poeira se comparado ao total de riqueza global e número de usuários. Também ainda é extremamente pequeno se formos comparar com o próprio Ouro. Em proporções globais poderíamos dizer que ainda estamos entre as fases 2 e 3.

Já os Estados Unidos… pode-se dizer que já estão mais pra lá do que pra cá.

Existem discussões sobre, mas acredita-se que o Império que rege o mundo atualmente esteja entre a fase 13 e 15 da decadência.

Para qualquer direção ou velocidade que o mundo for, nós precisamos estar verdadeiramente preparados.

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